Quando um e-commerce começa a aumentar o volume de pedidos, surge uma dúvida comum: já vale negociar uma tabela própria diretamente com transportadoras?
A resposta depende do volume, das rotas utilizadas e da capacidade de manter uma quantidade relativamente previsível de envios.
Por que o volume influencia o preço do frete?
Transportadoras conseguem oferecer condições comerciais diferentes de acordo com o perfil da operação.
Uma empresa que envia centenas ou milhares de pacotes regularmente pode ter mais poder de negociação do que um negócio que realiza poucos envios.
Tenha seus números antes de negociar
Antes de procurar uma transportadora, reúna os principais dados da operação.
- Quantidade média de envios por mês
- Peso médio das encomendas
- Dimensões mais comuns
- Estados e regiões mais atendidos
- Ticket médio dos pedidos
- Percentual de entregas por região
- Volume esperado para os próximos meses
Essas informações ajudam a transportadora a entender o perfil do seu negócio e tornam a negociação mais objetiva.
Não negocie apenas o preço da etiqueta
Uma tabela aparentemente barata pode perder vantagem quando existem taxas adicionais, regras de coleta ou condições que não combinam com a rotina da empresa.
Avalie o conjunto completo da proposta.
- Preço por faixa de peso
- Prazo de entrega
- Áreas atendidas
- Coleta
- Pontos de postagem
- Taxas adicionais
- Regras para cubagem
- Processo de suporte
- Condições para reajuste
O menor preço de tabela não é suficiente se a operação ficar mais cara ou difícil no dia a dia.
Compare o contrato com uma intermediadora
Antes de fechar uma tabela própria, compare os valores negociados com plataformas intermediadoras.
Empresas como a SuperFrete concentram envios de diferentes clientes e utilizam acordos comerciais para oferecer cotações sem exigir que cada pequeno e-commerce negocie individualmente um grande volume.
Essa comparação ajuda a entender se a tabela própria realmente trouxe uma vantagem relevante.
Negocie com mais de uma transportadora
Um e-commerce em crescimento dificilmente possui uma única rota ou perfil de pedido.
Uma transportadora pode ser excelente para determinada região e pouco competitiva em outra. Por isso, manter mais de uma opção reduz dependência e aumenta a flexibilidade.
Use seu histórico como argumento
Quanto mais dados reais você tiver, melhor será sua posição na negociação.
Se o volume aumentou de forma consistente, apresente essa evolução. Se uma determinada região concentra grande parte das vendas, mostre esse dado.
Transportadoras precisam estimar o potencial da operação e a previsibilidade do volume.
Cuidado com compromissos mínimos
Alguns contratos podem prever volumes mínimos, condições específicas ou outras exigências comerciais.
Antes de aceitar, verifique se sua operação realmente consegue cumprir as condições sem alterar artificialmente sua logística.
Quando ainda não vale negociar diretamente?
Se o volume é pequeno, varia muito ou ainda não existe histórico suficiente, uma tabela própria pode não trazer a vantagem esperada.
Nessa fase, utilizar uma intermediadora pode ser mais simples porque permite acessar diferentes opções sem depender de um contrato individual com cada transportadora.
Use a SuperFrete como referência de comparação
Mesmo depois de receber uma proposta direta de uma transportadora, vale simular alguns pedidos na SuperFrete utilizando os mesmos CEPs, pesos e dimensões.
Faça a comparação em várias rotas, não apenas em um único exemplo. Uma tabela pode ser boa para determinados destinos e pior para outros.
Teste antes de assumir um contrato
Quem ainda está estruturando a logística pode começar comparando os próprios envios pela SuperFrete.
Use o CUPOM SUPERFRETE: H2B5 para receber R$ 5 de desconto em cada um dos 5 primeiros envios elegíveis.
Negociar uma tabela própria pode ser uma evolução natural de um e-commerce em crescimento, mas a decisão deve ser baseada em dados. Compare contratos, intermediadoras, regiões e custos totais antes de assumir que negociar diretamente será sempre mais barato.